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chatbots e marketing de conteúdo

Chatbots e Marketing de Conteúdo: Por que você deve relacionar essas duas estratégias em 2018?

Este texto é uma tradução de um artigo do Smart Insights escrito por Abhimanyu, fundador e CEO da plataforma chatbot Bottr.me. Você encontra o artigo original aqui.

Quanto tempo temos antes que os Bots orientados por AI se tornem o canal principal para ler e compartilhar conteúdo? Dos jornais e revistas para redes sociais e aplicativos, o que o futuro do conteúdo nos armazena?

Ao contrário da mídia tradicional e da imprensa que ficou estagnada por décadas, não é segredo que o mercado digital, como o conhecemos, muda drasticamente ano a ano.

Com a evolução de como criamos e consumimos conteúdo, permanecer nessa estratégia só dará certo se você se adaptar às mudanças e aos novos hacks de marketing de conteúdo. Afinal, conhecer o seu público, onde eles estão e como eles gostam de consumir informações é o que decidirá se a sua estratégia será bem-sucedida ou não.

Nos ano passado, os “gurus do marketing” como Rand Fishkin e Neil Patel enfatizaram como o conteúdo de qualidade exclusivo e criado para atingir nichos mais estreitos é o que nos fariam destacar em 2017.

Já eu acredito que ainda existe um melhor forma de se manter e ouvir seu público: os chatbots!

Agora, os entusiastas da Inteligência Artificial estão definitivamente conscientes da relação entre os bots e o marketing, mas essa ideia visa mais profissionais de marketing e empresários que desejam ser motores rápidos no mercado, ficar atualizado sobre as mudanças e não ter medo de arriscar.

Importante: as tendências de marketing de conteúdo e estratégia neste post são cruciais para o sucesso online e os chatbots efetivamente auxiliam na implementação dessas táticas de maneira rápida e melhor.

Sem mais delongas, eu apresento uma lista de hacks de marketing de conteúdo que podem te ajudar a dar um salto importante para ficar a frente dos seus concorrentes. Confira!

1. Aplicativos de mensagens: o novo canal de distribuição de conteúdo

O que WhatsApp, Fb Messenger, Slack, Telegram, Kik e WeChat têm em comum?

  1. São todas as plataformas de mensagens;
  2. Eles tiveram mais usuários ativos do que as mídias sociais em 2016. Isso significa que essa tendência só irá crescer mais.

Imagem: Apps Social Media vs Messaging

Nós, humanos, amamos mensagens de texto.

Se você fazer um networking, o aplicativo de mensagem pode consolidar significativamente seus objetivos na sua estratégia de marketing de conteúdo.

Inúmeras marcas, celebridades, influencers e profissionais do meio digital já estão colhendo os benefícios de usar o Facebook Messenger para distribuir conteúdo no mercado.

À medida que passamos das mídias sociais para os aplicativos de mensagem, ganhamos outro canal de promoção e distribuição de conteúdo promissor!

Usando bots para troca de mensagem

Se você é um empresário ou um profissional de marketing e deseja que seu conteúdo ou produtos obtenham um reconhecimento significativo, mas tem um zilhão de prioridades em sua lista de tarefas de marketing de conteúdo. E além disso também deseja entrar em uma plataforma baseada em mensagens:

É provável que você não tenha tempo para realmente conversar com todos os seus clientes potenciais.

Portanto, surge uma decisão a ser tomada: será que devo descartar grandes investimentos, comprar serviços de chat ao vivo e contratar agentes de suporte?

Não. Se você vai entregar os controles de sua voz de marca online para outra pessoa, um chatbot é a sua aposta mais confiável e econômica.

Os Chatbots podem ser treinados para imitar as ações humanas nos chats, eles são automatizados e podem gerenciar todas as nossas interações em nosso nome, na nossa ausência. Em essência, os robôs são os agentes de bate-papo ao vivo mais eficientes que você não pagou para contratar!

Se você incorporar um bot em uma plataforma como Facebook, Slack ou Telegram verá que eles são amigáveis ​​e dão respostas humanas instantâneas —  com texto simples, trechos visuais ou uma combinação de ambos.

Dica: pense no seu público-alvo e comece criando um chatbot. Quanto mais informações você passar para o seu bot, mais treinamento será preciso para torná-lo inteligente.

2. Criação de conteúdo de qualidade

No dia anterior ao lançamento da atualização do algoritmo Penguin da Google, criar conteúdo significava criar uma grande quantidade de conteúdo. Quanto mais conteúdo, mais ranking de pesquisa orgânica e, consequentemente, mais tráfego.

Hoje, os algoritmos de classificação se tornaram diferentes. Os leitores querem ler conteúdo interessante e informativo e querem fazer isso rapidamente.

Em 2017, vimos conteúdos excepcionalmente específicos, relacionados ao ponto de dor, adaptados para segmentar públicos-alvo claramente definidos.

Tração recebida por uma publicação de blog de nicho versus uma postagem de blog mais ampla

Conforme mostrado na imagem acima, um tópico mais segmentado, como o que oferece dicas para aumentar o engajamento no Twitter, lhe dará mais visualizações, gostos e compartilhamentos do que um tópico mais amplo, como hacks de engajamento para as mídias sociais em geral.

Os Chatbots distribuem conteúdos relevantes e de alto valor

Ao contrário dos blogs e sites, os bots permitem que os leitores ignorarem a parte em que precisam passar por uma tonelada de conteúdo com o objetivo de encontrar o que eles estavam procurando.

Pelo contrário, os chatbots permitem que os leitores façam perguntas específicas e obtenham respostas super relevantes, o que é um fator chave. Pense em todas as FAQs!

Além de que conteúdos recomendados por chatbot diminui a chance do usuário abrir um conteúdo, perder interesse e sair.

Chatbots gera tópicos e idéias de conteúdo

Em um mundo sem bot, para fazer uma estratégia eficaz a longo prazo, você provavelmente teria que criar um roteiro de conteúdo bem pensado. Normalmente, você começaria descobrindo quem é seu público-alvo, quais são seus pontos de dor e como você poderia agregar valor a eles.

Então você verificaria todos os pedidos de audiência, usando ferramentas como UberSuggest, BuzzSumo, Google Trends, para ver o que está acontecendo em torno de suas palavras-chave de foco, analisando as interações.

Já os bots, por outro lado, simplificam todo esse processo de planejamento.Nesse caso, os seus leitores interagirão com o seu bot em um formato conversacional Q&A para obter conteúdo valioso.

Simplificando, seu chatbot sabe exatamente o que o seu leitor está procurando e se ele ainda não tem informações para dar, ele salvará todos esses pontos de dor como perguntas sem resposta.

A partir daqui, tudo o que você precisa fazer é ir na sua seção sem resposta, pegar essas perguntas e criar conteúdo em torno delas. Você pode quase ouvir o Chandler de Friends dizendo: "Could there be an easier way?"

Dica: deixe os temas gerais de lado e pegue as sugestões do seu bot para entender verdadeiramente os pontos de dor do cliente

3. Foco no conteúdo visual

Em 2016, o conteúdo visual deveria expandir dez vezes e isso aconteceu. Tanto que construímos contas em plataformas sociais inteiramente visual, como o Instagram.

Imagem: Tipos de conteúdo utilizados pelos profissionais de marketing mostrando o domínio das imagens

Em 2017, era esperado que os vídeos representassem 74% de todo o tráfego online.

Imagens e vídeos de alta definição funcionam principalmente porque são cativantes e trazem um nível de transparência entre empresas e seus clientes.

Além disso, o vídeo da suporte ao SEO e pode obter rankings de pesquisa muito mais rápido do que o conteúdo escrito.

Em suma, se aumentar o engajamento e o ROI é um objetivo fundamental, você deve mergulhar em estratégias de marketing de vídeo imediatamente.

O Visual Rich Bots

UX importa e também é a embalagem. Pense em bots como seu comunicador visual se você quiser. Eles empacotam imagens e vídeos em cartões de conteúdo rico.

Estes cartões visualmente atraentes são cativantes, difíceis de esquecer e podem ser clicados para direcionar o tráfego para seu blog ou canal do Youtube, por exemplo.

Dica: use o meio visual para envolver os leitores, faça feed de imagens e vídeos na memória do seu bot e deixe-o indicar pacotes de conteúdos ricos.

4. Personalização gera engajamento

Agora, as empresas estão aproveitando ao máximo as ferramentas de segmentação para dividir, personalizar e segmentar o público, ganhar dinheiro com o mercado de influenciadores, realizar concursos e manter a presença nas mídias sociais —  tudo para aumentar o engajamento.

Esse ano será um novo jogo. Com a concorrência e a necessidade de aumentar o engajamento todos os dias, você precisará criar relações ainda mais personalizadas e pessoais.

Na prática, a personalização significará mais do que apenas mandar modelos de email com nomes de pessoas.

Então, se você pensa que seus assinantes se sentem importantes apenas por lerem emails pré-adaptados para eles, pense novamente!

Chatbots personalizam com personalidade

Uma das maiores vantagens de se ter um chatbots é a sua capacidade de personalizar a experiência online de cada visitante.

Primeiro, um bot não só recomenda conteúdo personalizado específico do usuário, mas também pode realizar conversas únicas com cada visitante.

Com um chatbot apoiando você, fornecer experiências interativas de "escolha o que você deseja" é algo facilmente realizável.

O Bot de Trend Story em ação: usa personalidade única para dar conselhos

Os Bots preservam o estilo da conversa, personalidade e imagem online imitando você ao interagir com os usuários. São muitas possibilidades!

Dica: dê ao seu chatbot um tom e um personagem amigável, certifique-se de não fazer parecer robótico.

Conclusão

O marketing de conteúdo é indiscutivelmente uma das formas de marketing mais evolutivas. Estar atualizado com as tendências, as estratégias, as melhores práticas e as dicas lhe ajudarão com essa técnica, especialmente porque os leitores se renovam a cada dia.

Chatbots, neste caso, são a novidade. Eles vão atrair, engajar e converter.

Passando pelo que cada plataforma tem para oferecer em termos de escopo de marketing, os bots são possibilidades de engajamento e conversões como nenhuma outra.

O espaço digital desordenado, tal como o conhecemos, coroa o conteúdo como rei, mas os próximos dois anos transformarão a forma como consumimos.

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