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Algumas empresas apostam que combater a síndrome de burnout aumentará os resultados de negócio

Empresas apostam que combater a síndrome de burnout aumentará os resultados

Você se sente lutando contra a síndrome de burnout? Não é o único: de acordo com um estudo recente, metade dos millennials e 75% das pessoas da Geração Z se demitiram devido a saúde mental. A cultura hustler, de quem trabalha de forma competitiva, é parte do problema.

Qual a relação que trabalho tem com síndrome de burnout?

Aumento na carga de trabalho, quadro de funcionários e recursos limitados e longas horas diárias no emprego contribuem para esse problema. Ao mesmo tempo, temos o custo de vida que está fora de controle para muitos jovens trabalhadores e dívidas de empréstimos estudantis que não acabam.

No topo de tudo, há uma noção profundamente arraigada de que o trabalho não deve apenas trazer dinheiro, mas também senso de identidade. O sentimento se infiltra tanto nessas gerações que alguns passam a ver o “workism” como uma nova religião.

Leia também: Inteligência emocional: como desenvolver essa habilidade no trabalho

Naturalmente, isso traz consequências econômicas. Os Estados Unidos gastam anualmente U$ 200 bilhões para tratar depressão, estresse e ansiedade. Para os funcionários, dias de afastamento por doença e perda de produtividade custam muito dinheiro.

Mas algumas empresas estão tentando mudar esse cenário

A Cisco implementou várias mudanças que são focadas em encorajar os funcionários a investirem em uma melhor saúde mental. A companhia afirma que 7% da sua força de trabalho norte-americana procura por algum tipo de tratamento para saúde mental ou abuso de substâncias.

Outras empresas têm instituído campanhas pró-saúde mental e algumas delas reportam uma economia significativa em custos com assistência médica e melhora na percepção do consumidor sobre o assunto.

É esperado que essa tendência continue. Alguns pesquisadores já se adiantaram em chamar a preocupação com saúde mental como “a próxima fronteira de diversidade e inclusão”.

Este conteúdo é uma tradução e adaptação do texto originalmente produzido pelo The Hustle.

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