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O movimento de CEOs para lutar contra o coronavírus

Stop the spread: CEOs se unem contra o novo coronavírus

A pandemia do novo coronavírus tem causado grandes impactos no mundo inteiro, como isolamento social, mudanças na forma de trabalho e redução da atividade econômica. Para minimizar os efeitos da crise provocada pela doença foi lançado o Movimento Stop The Spread.

A iniciativa conta com o apoio de empreendedores que estão comprometidos em minimizar os efeitos desse vírus na sociedade. A pandemia obrigou governadores de estados a decretar quarentena para evitar a disseminação do vírus. Em todo o mundo, empresas e o setor público estão adotando medidas para evitar um aumento no número de infectados com a covid-19.

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CEOs juntos contra o novo coronavírus

De acordo com um mapa, elaborado pela Universidade John Hopkins (EUA), o mundo tinha mais de 1.218.119 milhão de pessoas contaminadas pelo coronavírus, sendo 64.235 casos fatais, até o dia 5 de abril.

Esses números mostram que é necessário tomar medidas para minimizar os efeitos da pandemia. Empreendedores do mundo inteiro, inspirados pelo Movimento Stop The Spread, estão se comprometendo a adotar ações para evitar um aumento de casos, o que contribui para preservar vidas.

Uma das ações mais importantes envolve a adoção do trabalho remoto, que engloba funcionários e líderes. A iniciativa é uma maneira de reduzir a circulação de pessoas e evitar a propagação da doença.

Com o mesmo objetivo, as empresas estão evitando que funcionários participem de eventos públicos não obrigatórios, independentemente do porte. Outra ação importante é o pagamento a fornecedores e a autônomos por serviços que ainda serão prestados, casos eles não tenham como atuar remotamente.

As organizações envolvidas com o Stop The Spread também estão apoiando hospitais e profissionais de saúde por meio de recursos financeiros e equipamentos para ajudar no combate à doença.

Recomendações

O movimento também apresenta um cunho educativo, uma vez que as empresas participantes incentivam funcionários e pessoas próximas a eles a seguir uma série de procedimentos, como:

  • aderir a ações de prevenção e higiene apontadas pelo Ministério da Saúde para minimizar a proliferação da covid-19;
  • deixar de ir a bares, academias, restaurantes e reuniões em grupo;
  • buscar ações para apoiar empresas de pequeno porte e os trabalhadores delas durante a crise;
  • apoiar profissionais de saúde envolvidos no combate à doença;
  • evitar o estoque de mercadorias para não faltarem itens para outras pessoas;
  • contribuir com autônomos que não podem trabalhar remotamente.

O bom senso e a empatia são fundamentais para enfrentar essa crise e superá-la o mais rápido possível. Para aderir ao Stop The Spread, é necessário preencher um formulário e dar informações sobre a companhia. A iniciativa tem a participação de mais de 850 líderes empresariais e teve origem nos Estados Unidos.

Movimento Stop The Spread também está no Brasil

No Brasil, um grupo de empresários resolveu criar uma campanha nos moldes da ação lançada nos EUA. A iniciativa tem o nome de #fiqueemcasa e prioriza efetivar medidas para combater a disseminação da doença no país.

Foi criada uma grande força-tarefa para ter ações práticas e rápidas a fim de minimizar a disseminação do novo coronavírus no Brasil. Essa preocupação tem como foco evitar que o sistema de saúde entre em colapso com o aumento expressivo do número de casos.

No movimento brasileiro, as corporações devem seguir 4 diretrizes. A primeira envolve a adoção imediata do trabalho remoto, que deve abranger todos os funcionários, incluindo os líderes, caso isso seja viável.

A segunda ação abrange o apoio aos profissionais de saúde, que estão na linha de frente no combate à doença. Também está no conjunto de iniciativas ajudar fornecedores e prestadores de serviços autônomos que não podem trabalhar remotamente, com o pagamento antecipado de trabalhos a serem realizados no futuro.

A quarta diretriz recomenda aos funcionários não participarem de nenhum evento social público não obrigatório, independentemente do tamanho. O movimento brasileiro também sugere outras medidas, como:

  • seguir as recomendações do Ministério da Saúde para manter a higiene e evitar a disseminação da doença;
  • comprar apenas os produtos necessários para não prejudicar outras pessoas;
  • ser mais gentil com as pessoas durante a crise.

A campanha brasileira tem mais de 620 adesões de empresas, como Conta Azul, Minuto Seguros, Mobly, Grupo ZAP, Loft e Rede Mulher Empreendedora.

O que a população tem a ganhar com o movimento

Iniciativas como o #fiqueemcasa e o Stop The Spread têm uma série de benefícios para a sociedade. O mais importante é a preservação de vidas, porque o menor movimento de pessoas faz com que haja um menor número de infectados.

De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde de São Paulo, as medidas de quarentena reduziram a capacidade de disseminação da covid-19. No estado, uma pessoa contaminada pode infectar mais dois indivíduos. Antes das restrições, esse número era de um contaminado transmitindo a doença para seis seres humanos.

Também é importante destacar que esses movimentos contribuem para despertar não apenas a solidariedade e a empatia, mas também um olhar sobre como simples ações do cotidiano (reunir com amigos, estar com familiares, ajudar o próximo e se divertir) têm um impacto positivo em nossas vidas.

Outro ponto é minimizar os efeitos da crise em pessoas que não têm como trabalhar de forma remota. Qualquer contribuição é vital para elas se sentirem mais amparadas em termos emocionais e financeiros.

Repensar o estilo de vida é algo primordial para qualquer indivíduo. Por isso, campanhas desse porte precisam ser valorizadas por toda a sociedade. Afinal, trata-se de um momento que exige reflexão e capacidade de se colocar no lugar do outro.

Campanhas como o #fiqueemcasa e o Stop the Spread são bons exemplos que podem ser seguidos não apenas por corporações, mas também por todos os segmentos sociais. Adotar ações para minimizar os efeitos do novo coronavírus é o melhor caminho para o mundo superar a crise o mais rápido possível.

Ajudar a sociedade é imperativo e ao mesmo tempo as empresas precisam trabalhar como passar confiança aos consumidores.

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